Cozinha mexicana – Salsa pico de gallo

6 nov

Como eu havia prometido, cá estou novamente, com mais uma receita provinda do México! Essa é bastante apimentada e deliciosa. Esse “molho” é para ser servido da mesma maneira que o guacamole, com uns nachos, convidando amigos, e pra quem bebe, uma cerveja cai muito bem. A pimenta da salsa pico de gallo para se ter uma ideia, é a chile serrano, que na escala de ardência de Scoville tem o ardor entre 10 000 – 23 000. A salsa pico de gallo é muito, muito mais muito simples de preparar. Aqui vai:

Ingredientes:

4 unidades de chiles serranos

150g de cebola

100ml  do suco do limão

15g de coentro

sal à gosto

nachos para acompanhar

Modo de preparo:

Cortar em brunoise (cubos pequenos) todos os ingredientes. Depois, misturar tudo, espremer o suco do limão e macerar por uns 15 minutos. E aí tá prontinho! Só servir com os nachos. :)

Fácinho, né? :)

GO VEGGIE!

Cozinha mexicana – Guacamole

3 nov

O México com sua cultura pré-hispânica e influenciado pela civilização asteca e maia, tem em suas comidas típicas uma coisinha que adoro muito: pimentas!  E bom, vou compartilhar com vocês algumas receitas do México que não contém nada de origem animal e que são ótimas para reunir os amigos e tomar uma cerveja.  A que vou passar hoje, é a mais famosa das receitas, o tal do guacamole, muito apreciado por aí, e sempre servido com nachos (Tirei essa foto sem os nachos, porque o da faculdade era o doritos de queijo nacho, que não é vegano). Para prepará-lo é bem simples:

Ingredientes

1 Abacate avocado maduro

2 Cabeças de alho

Pimentas malagueta in natura a gosto

Coentro

Limão

Tomate maduro

Sal

Modo de preparo:

1. Descascar e amassar o abacate com um garfo (Para usar a própria casca do abacate como recipiente, retire o  miolo do abacate com a colher e reserve a casca. Faça um apoio para que o abacate não caia. Uma dica para fazer o apoio, é pegar papel alumínio, que dê mais ou menos o tamanho de meia folha sulfite e dobre de modo que se mantenha a largura do mesmo. Vai ficar um retângulo grande, certo? daí você deixa em formato de quadrado, com um espaço no meio e coloca a casca do abacate – com a pasta já feita dentro – em cima dessa base. Ele vai ficar apoiadinho como na foto)

2. Tirar as sementes das pimentas malaguetas e do tomate

3. Cortar os ingredientes em brunoise (cubos bem pequenos)

4. Juntar ao abacate e acertar o tempero

Feito tudo isso, só servir com os nachos! Pode ser aquele doritos sem sabor, nele não há nada de origem animal. :)

Depois eu passo mais duas, que são de verdade MUITO apimentadas! :)

GO VEGGIE!

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Dentro de 1 mês, uma gastrônoma formada

2 nov

É, passou rápido. Me lembro quando consegui a bolsa através do Prouni para um curso de graduação em Gastronomia no Centro Universitário São Camilo, uma faculdade excelente, com avaliação altíssima pelo MEC em que eu ia descobrir um universo cheio de coisas novas. Lembro que eu fiquei muito feliz e ao mesmo tempo muito triste, pois, por ser vegetariana eu me preocupava demasiadamente acerca do que eu teria que fazer no curso. Pensei em desistir antes mesmo de começar, chorei no ombro da minha mãe e do meu namorado, dizendo “mas é horrível, eu não vou conseguir, eu não vou saber lidar com isso”. Mas com todo o apoio que tive, limpei as lágrimas e segui em frente. Li uma matéria de uma menina que era vegetariana e que fez gastronomia e passou pela mesma coisa que eu passei um tempo mais tarde. Ela dizia que aquilo valeria a pena, pois depois seria possível dar um retorno positivo a tudo aquilo em que acreditamos. A princípio, eu sofri bastante. Virei vegan e sofri muito preconceito de muita gente no curso. Alguns, entretanto, tinham uma curiosidade legal, que me empolgava. Nunca fui de fazer panfletagem e impor o que eu acredito, mas vi e senti na pele, que quem por muitas vezes panfletava e queria impor alguma coisa eram aqueles que não se conformavam pelo fato da minha dieta não conter carne e nem derivados de animal. Confesso, passei raiva em alguns momentos e cheguei a sentir repugnância pela arrogância de algumas pessoas, mas aos poucos ganhei o respeito de todas elas. Viraram meus amigos e passaram a me perguntar como era, como funcionava, o que eu comia. Eu mostrava, levava livros, levei até um bolo vegano de chocolate pro pessoal experimentar. Além de tudo, faltando pouco para eu me tornar uma gastrônoma legítima, alguns dos meus amigos que estão prestes a se formar me falaram o quanto aprenderam comigo, o quanto a imagem deles em relação ao vegetarianismo mudou. E que comigo foi possível conhecerem a dieta vegana. Teve gente que me disse “já parei pra pensar que quando eu abrir meu negócio, com certeza terá uma opção para veganos”. Me senti útil. Não quero ser prepotente, nada disso. Mas minha dieta influiu no modo das pessoas verem os vegetarianos e eu não precisei impor o veganismo para ninguém. Ser vegano, por si só, já é nadar contra a corrente e infrentar muita coisa. É impor sua própria posição no mundo, já que a sociedade influi e muitas vezes quer te forçar ser o que você não é, comer o que você não come. Sei que são pessoas que nunca tinham ouvido falar no veganismo – a maioria delas. E agora, levam para a vida o conhecimento de que nós existimos e são os futuros profissionais que também podem pensar na gente e o principal: nos respeitar. O meu TCC ficou concluído e muitos pediram cópias e demonstraram interesse em ler. Eu me emociono, de verdade. Pois me lembro que antes mesmo de entrar no curso, me sentia horrível por saber que haveriam animais para manipular na cozinha. Fiz o que pude para evitar isso, mas é difícil. Hoje, vi que é possível ganhar o respeito e a admiração das pessoas e de até mesmo mudar o pensamento delas em relação a nós. O que quero dizer é: vegetarianos, veganos, não tenham medo em fazer Gastronomia. Vocês são fundamentais nesse curso. Quanto maior a quantidade de vegetarianos, melhor as chances de muita coisa ser mudada no curso e maior a chance de repassar conhecimento para quem come carne entender todo o processo de maus tratos aos animais. Acreditem, de verdade.

O meu TCC foi “COZINHA VEGETARIANA: ESTUDO DE CASO: A OFERTA DA RESTAURAÇÃO VEGANA NA CIDADE DE SÃO PAULO”. Ficou muito legal, muito mesmo, meu motivo de orgulho, por tudo o que passei e pretendo publicá-lo.

Esse blog foi feito com um intuito de ser um meio de desabafo sobre o curso, principalmente. Meu intuito não era o de por receitas, pois há muitos blogs excelentes que cumprem esse papel, entretanto, após formada, vou  experimentar fazer uma opção vegana de tudo o que eu aprendi na faculdade e vou postar aqui. Vou tentar compilar receitas, com informações.

That’s all, folks! :)

GO VEGGIE!

Animal Liberation, Peter Singer

23 ago

Olá novamente!

Depois longo período sem postar por aqui, venho contar as boas novas. :)

Comecei o blog quando eu estava encerrando o primeiro semestre do meu curso de Gastronomia e hoje, faltam apenas 3 meses e pouco para eu me formar. A batalha foi longa, mas finalmente vou conseguir concluir meu curso se tudo der certo. Para concluí-lo, preciso fazer um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), que já está sendo elaborado. Não é muito difícil imaginar que o TCC seja sobre veganismo, certo? Enxugando mais ainda, é um estudo de caso sobre delivery de comida vegana na cidade de São Paulo. A questão é, nesse meio tempo em que fiz diversas pesquisas para a elaboração do meu trabalho, encontrei artigos interessantíssimos de fontes fidedignas, que pretendo em breve compartilhá-los por aqui e também descobri algo que vai colaborar de bom tamanho para o meu TCC: Animal Liberation, do Peter Singer. Na biblioteca da faculdade há só um livro desse e em inglês. Não tem a versão em português lá. Como o dinheiro é pouco e o tempo é curto, decidi ler em inglês mesmo, dificultando muito a minha leitura, por sinal. Eis que, esses dias, para minha surpresa, achei o e-book, versão traduzida, para ler de graça pelo pc. Fiquei extremamente feliz com isso, mesmo após ter lido praticamente metade do Animal liberation. Minha felicidade é maior, principalmente por saber que é bem mais acessível do que todo mundo pensa.

O “Libertação Animal”, versão traduzida de Animal Liberation, está nesse link aqui e para quem sempre teve vontade de ler e nunca teve uma oportunidade, essa é a chance. Para os leigos, que querem se aprofundar um pouco mais, Peter Singer mostra uma visão diferenciada daquelas que todos os que comem carne ou até mesmo nós vegetariamos demonstramos, que é “não como carne porque é fofinho, porque amo os animais”. Ele, como ótimo filósofo que é, demonstra que você não precisa ser louco por animais ou achá-los fofinhos para parar de comê-los/explorá-los. É uma questão de ética, de compaixão e todo o resto. Não vou me aprofundar mais, para vocês irem direto ao ponto.

Boa leitura!

Porque Pitágoras era vegetariano

9 abr

Pitágoras era vegetariano. Muitos já ouviram falar disso, assim como eu, e, decidi procurar. Achei um livro chamado “Pitágoras e os pitagóricos” de Jean-François Mattél, que explica as razões que levou o Pitágoras a se tornar vegetariano (Vale lembrar que não é o foco do livro). Eu, como não sabia muita coisa sobre o universo vegetariano de Pitágoras, e muito menos sabia a razão pela qual ele se tornou vegetariano, encontrei o que o impulsionou a tornar-se alguém assim e que acabou por influenciar muitíssimos seguidores a fazer o mesmo. Pitágoras levou muita gente com ele nessa, seus discípulos praticamente o tratavam como algum tipo de santidade, pela sua genialidade.

Obviamente que vegano ele não era, acho que naquela época nem deveriam sonhar com isso (corrijam-me se estiver errada, vou ficar muito feliz em saber de algum pensador antigo, que pudesse ser vegan), no livro, cita que Pitágoras só andava de lã e “(…) Nutrindo-se de pão e mel, legumes crus e cozinhos, exceto de favas. (…)”

Mas, enfim, o que levou Pitágoras a ser vegetariano?

Pitágoras acreditava na reencarnação. Acreditava que os animais pudessem um dia reencarnar como seres humanos e que almas humanas podiam reencarnar em formas animais. Graças a essa crença, na escola de Pitágoras, havia a abstenção de carne. E diz a lenda, de acordo com seus discípulos e aqueles que o consideravam santidade, ele conversava com os animais e conseguia entrar num consenso com eles, como por exemplo, no livro, é citada as atitudes de persuasão que ele possuia, de conversar com um boi e pedir para que o mesmo não pastasse as favas, e que, em troca, iria protegê-lo do matadouro.

O legal é que, eu, particularmente, desconfiava se esses pensadores, poderiam comer peixe, pois, todos sabemos que, o vegetarianismo é tratado como se só fossem ignoradas as carnes vermelhas, de aves, enfim, menos os peixes. E logicamente que quem come peixe, não é vegetariano. E como não sei desde quando essa informação errada foi passada, cheguei a desconfiar que talvez, todos falassem que Pitágoras era vegetariano, mesmo sabendo que ele se alimentava de peixes. Descobri que não. Num trecho do livro, eles citam uma situação em que Pitágoras mostra respeito por esses animais aquáticos; uns homens querem que ele adivinhe a quantidade certa dos peixes, e a partir disso, Pitágoras faz uma aposta, dizendo que se conseguir acertar a quantia certa, os peixes voltariam pro mar:

“Encontrando pescadores à beira-mar, que acabaram de puxar uma pesada rede, Pitágoras dá a cifra exata dos peixes, sem se enganar se quer de um e, depois de ter pago, faz devolver toda a pesca ao mar. O milagre dos peixes precedeu em Crotona, onde logo triunfou o ginásio. Expôs aos jovens que é preciso honrar, no mundo, como na vida dos homens, aquilo que é anterior e preferir o começo ao fim (…)”

Fica subentendido que Pitágoras não comia peixe! =)

A questão final, é: Pitágoras tinha uma crença e por isso não comia animais. Mas, como ele chegou nessa crença? Não importa. Ele respeitava os animais e aprendeu a enxergá-los como seres que merecem respeito. O que quero dizer com tudo isso é que, eu, por exemplo, sou cética quanto à isso, assim como muitas pessoas vegetarianas o são. Mas, as razões para tornar-se vegetariano variam e o que importa é que, em um dado momento da sua vida, quando você se assume vegetariano, seja por questões de saúde, por religião, você passa a olhar aqueles animais de outra maneira. O respeito por eles é atingido, seja lá qual for a razão pela qual você deixou de comer carne. E esse é o ápice da questão. Ser vegetariano é lindo! Se um dia, um cara inventou uma religião em que, comer animais não é permitido, por seres humanos reencarnarem neles e vice-versa, meu amigo, esse cara conseguiu enxergar que os animais são seres sencientes, que possuem sentimentos, que tem medo, que gostam de carinho, que se parecem com os humanos à sua maneira.

Por fim, encerro com o que ele disse aos jovens:

“É preciso honrar, no mundo, como na vida dos homens, aquilo que é anterior e preferir o começo ao fim…”

A onda dos deliverys caseiros e vegs em São Paulo

3 abr

Veg Caipira do Vegan Burguer

Após longo período sem postar por causa da intensidade das cobranças da faculdade,  estágio etc, voltei!

E voltei para falar dessa onda muito boa, que vem crescendo, de rangos veganos em que se pode pedir por telefone. Esse final de semana, eu acordei faminta e sem um pingo de vontade de cozinhar. Eis que me lembro do VEGAN BURGUER, que eu havia encontrado navegando pelo orkut e adicionei. Tinha tentado comprar uns lanches lá uma vez, mas acabou não dando certo e por conta da correria, havia até me esquecido dessa possibilidade. Ontem, então, eu e meu namorado decidimos pedir. É claro, pra gente ficou mais fácil porque meu namorado mora perto do metrô, e o pessoal do Vegan Burguer não pode atender à todos os lugares por causa da iniciativa muito legal de entregarem o pedido de bicicleta. Nós marcamos na catraca da vila mariana e pegamos dois veg marinhos, um veg caipira e um veg calabresa (com glutadela).  Como eu não sou fã de glutadela,  quis o veg caipira. Chegamos na vila mariana, e estava pontualmente o rapaz de bike, na catraca, esperando. Os lanches foram entregues em ótimo estado, imensos, super recheados, os hamburguers gigantes e deliciosos! De todos, o veg caipira foi o meu favorito, comi com muito gosto.  Ao fazer a entrega, o rapaz chamado Rafael, nos entregou um papel e disse que havia um pessoal na região do ABC também fazendo deliverys, só que de congelados e tal. Meu namorado ficou feliz da vida, porque trabalha na região do ABC.

A qualidades dos hamburguers caseiros me surpreenderam, mesmo. Os lanches são realmente grandes, os ogros veganos, que comem muito (assim como eu), se esbaldam fácil. O preço convém, é barato, de verdade. No vegacy os lanches são muito bons, mas com bem menos recheio e o preço lá no alto. Porra, os lanches do vegacy infelizmente são no mínimo R$ 7,50, se não me engano.  São uma delícia, mas um descontinho cairia bem, né? Estão perdoados, pois, sabemos que quando há um estabelecimento em jogo, rolam os impostos, o salário dos funcionários e coisa e tal, o que leva a dar uma aumentada no valor dos lanches.

O da galera do vegan burguer, o valor pode ser no mínimo R$ 4,50 , o que convenhamos, é tudo aquilo que um vegan pobre precisa.  Lanche de qualidade, barato, em grande quantia e deliciosa. Ainda tenho mais um monte de deliverys para pedir, alguns tem que pedir com um dia de antecedência, não é o caso do vegan burguer, que você pede no dia e no dia mesmo eles entregam. Tem um que também me seduziu bastante, achei pelo orkut, o 4:20 VEGAN JUNKIE FOOD com uns nomes muito criativos de sanduíches, como o “x- Vacon” e nossa, o tamanho dos lanches é super violento de grande. O de “2 queijos vegano” parece ser muito suculento, dá água na boca ao ver as fotos.  O do ABC que o Rafael do Vegan Burguer citou, é o http://cooperativaembauba.wordpress.com/ que parece ser bem interessante também. Outro que entrega almoço, nas regiões do morumbi, butantã, taboão etc, é o SHANTI Vegetariano com bastante opções veganas e um preço muito bom pro bolso. Só que infelizmente esses dias fui fazer um pedido, mas eles estavam com o serviço suspenso temporariamente. De qualquer forma, a qualquer hora com certeza eles estão disponíveis para atender à nós, pobres vegetarianos e veganos, com pouquíssima atenção no mercado!

Outro que eu ainda quero muito pedir, mas não tive oportunidade é o Lar Vegetariano – VEGAN que entrega pizzas nas sextas e sábados. A fama das pizzas de lá são muito boas, eu tenho vergonha de dizer que ainda não pude comê-las.

Eu fico extremamente animada ao ver que a cada dia surge uma galera disposta a atender esse público carente, e o melhor, não é por serem mercenários ou algo do tipo. É por serem vegans ou vegetarianos, por saberem como sentimos falta de uma comida legal e que não seja necessariamente aquela lenga lenga natureba que todo mundo pensa que nós consumimos. Eles sabem o que a gente deseja, e merecem divulgação, merecem crescer, e crescer a cada dia mais a ponto de conseguirem abrir um estabelecimento ou ampliar o sistema delivery que possuem. É muito legal ver isso crescendo, ver o veganismo ficando mais acessível. Quis fazer esse post para o pessoal que ainda não pediu por preguiça, ou por falta de interessa, ou por até mesmo desconhecerem essa onda delivery veggie que rola por aí. Vale a pena, muito a pena!

Esse papo me deu fome!

Estagiando no Apfel

19 jan

Estava eu ainda no Rio de Janeiro, prestes a voltar para São Paulo, quando recebo um telefonema. Uma moça chamada Letícia me convida a ter um dia de teste e uma entrevista num restaurante ovo-lacto-vegetariano (porém, com opções veganas) muito aconchegante, na Bela Cintra. Eu já havia ido lá uma vez para jantar, com um casal de amigos e meu namorado e tinha adorado o clima à luz de velas, o serviço e os pratos à la carte. Na mesma hora, topei, e disse que estaria em São Paulo no domingo, e acabei por combinar com ela, que faria o teste na terça. Isso rolou na terça retrasada. Há duas semanas estou estagiando no Apfel! É claro, que pra mim, a alegria é extremamente grande, pois, 3º e 4º semestres o estágio é obrigatório e eu definitivamente não queria estagiar num lugar em que eu tivesse que manipular carne. Caiu como uma luva, e o ambiente é maravilhoso, organizado, gostoso. Não é só porque estou estagiando lá, que digo isso. Digo isso como cliente que já fui, e hoje, como uma funcionária que adora.

Veganos que desconhecem o restaurante, não percam a oportunidade… e peçam o tabule, que sou eu quem faço! Hahaha

Há a torta de maçã, que  também é vegana.

Aos vegetarianos em geral, que querem jantar num lugar romântico, tranquilo, vale a pena ir nos visitar. Os produtos, além de tudo, são quase todos orgânicos!

Há também almoço todos os dias, tanto no da Bela Cintra, quanto no do centro, serviço buffet, com muitas opções veganas.

Apfel (Consolação)
R. Bela Cintra, 1.343 – Consolação – Oeste. Telefone: 3062-3727.

Apfel (República)
R. Dom José de Barros, 99, 1º andar – República – Centro. Telefone: 3256-7909.

Endereço do site, para quem tiver interesse: http://www.apfel.com.br/

 

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